
O encontro contará com mulheres da Baixada Fluminense, zona oeste, litoral, sul fluminense e região serrana. Ao todo, 15 caravanas confirmaram presença, envolvendo lideranças de favelas, quilombos, comunidades de terreiro, movimentos sociais, coletivos culturais e redes de juventude.
A caminhada seguirá até a Praça Almirante Júlio de Noronha, no Lido. A programação prevê apresentações culturais, manifestações artísticas afro-brasileiras, pintura facial e recepção das caravanas. A estação do metrô mais próxima é a Cardeal Arcoverde, a cerca de dois minutos a pé do local de concentração.
“Sair às ruas no dia do aniversário da Marielle é reafirmar que sua luta permanece. A Marcha é um espaço de resistência, mas também de construção de futuro. Nós, mulheres negras, queremos viver e não sobreviver. Viver com segurança, com saúde, com direitos, com bem viver”, afirma Clátia Vieira, coordenadora do Fórum Estadual de Mulheres Negras do Rio de Janeiro.
Durante o ato, será divulgado um manifesto político com as principais reivindicações das mulheres negras brasileiras.
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