
Além de integrar a cúpula do jogo do bicho do Rio de Janeiro, Adilsinho é considerado o maior produtor e distribuidor de cigarros falsificados do estado, e estava foragido da Justiça Federal e era procurado pela Justiça estadual.
O bicheiro também é apontado como mandante de homicídios.
A Polícia Civil informou, em nota, que a atividade criminosa com cigarros está ligada a organizações armadas e com atuação transnacional, marcada pela imposição de violência e domínio territorial.
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Segundo a Polícia Civil, a prisão do bicheiro em sua casa em Cabo Frio, na Região dos Lagos, foi possível após um trabalho aprofundado de inteligência, análise de dados e monitoramento, desenvolvido no âmbito da Ficco/RJ, que contou com o apoio do Serviço Aeropolicial, garantindo segurança e eficiência no cumprimento do mandado.
A ação visa desmantelar uma organização criminosa armada e transnacional, especializada no comércio ilegal de cigarros por meio do domínio de regiões e da imposição de violência e medo, acrescentou a PF.
O secretário de estado de Polícia Civil do Rio de Janeiro, Felipe Curi, avaliou que a prisão demonstra a força do trabalho integrado e da inteligência policial.
Essa prisão mostra que inteligência e integração dão resultado. A Polícia Civil, dentro da Ficco, atua de forma cirúrgica para atingir o topo das organizações criminosas, enfraquecer o poder econômico do crime e proteger a população. O Rio de Janeiro não será território seguro para o crime organizado, disse o secretário na nota divulgada pela PCERJ.
O bicheiro foi levado para a Superintendência Regional da PF no Rio de Janeiro, para formalidades decorrentes da prisão e, posteriormente, será encaminhado ao sistema prisional do estado.
A Ficco/RJ é uma força-tarefa permanente que reúne a Polícia Civil e a Polícia Federal, com foco na desarticulação de organizações criminosas estruturadas, por meio de ações integradas de inteligência e repressão qualificada.
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