Transpetro, subsidiária de logística da Petrobras, anunciou nesta quarta-feira (18) que passará a fazer serviços de transporte marítimo para empresas de fora do chamado sistema Petrobras."> Transpetro, subsidiária de logística da Petrobras, anunciou nesta quarta-feira (18) que passará a fazer serviços de transporte marítimo para empresas de fora do chamado sistema Petrobras."> Transpetro, subsidiária de logística da Petrobras, anunciou nesta quarta-feira (18) que passará a fazer serviços de transporte marítimo para empresas de fora do chamado sistema Petrobras.">
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    postado em 18/03/2026 14:35

    A Polícia Civil de São Paulo afastou a hipótese de suicídio no caso da morte da policial militar Gisele Alves Santana.

    Ela foi encontrada com um tiro na cabeça em 18 de fevereiro, no apartamento onde morava com o marido, o tenente-coronel da PM Geraldo Leite Neto.

    O Inquérito Policial foi concluído nesta terça-feira (17), e o tenente-coronel foi indiciado por feminicídio e fraude processual.

    Há ainda indícios considerados contundentes de que ele fez alteração no local da ocorrência, segundo as investigações. Na manhã desta quarta-feira (18), ele foi preso em sua residência em São José dos Campos (SP).

    A investigação constatou inconsistências significativas quanto à conduta de Geraldo, após o disparo da arma até a formalização da ocorrência, o que compromete a credibilidade da sua versão, disse o Secretário da Segurança Pública (SSP), Osvaldo Nico Gonçalves, em coletiva de imprensa nesta quarta-feira (18).

    Ouça mais detalhes na Radioagência Nacional:

    As provas periciais médico-legais analisadas pela polícia técnico-científica indicam a inviabilidade da hipótese de suicídio. Além de apontar indícios de alteração do local do crime, acrescentou.

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    Lesões

    Laudos necroscópicos realizados pelo Instituto Médico Legal (IML) no corpo de Gisele apontaram lesões contundentes na face e na região cervical.

    Tais lesões são resultado de pressão digital e escoriação compatível com estigma ungueal, ou seja, causado por unha.

    O último laudo tem data de 7 de março, um dia depois da exumação do corpo da vítima.

    No entanto, no laudo necroscópico do dia 19 de fevereiro, dia seguinte à morte da policial, já havia menção a lesões na face e no pescoço na lateral direita

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