
Durante os quatro dias de encontro, rodas de conversa e palestras abordarão as lutas e os desafios enfrentados por esse povo.
Estão programados momentos de convivência ao redor da fogueira, reflexões sob o céu estrelado e banhos nos rios da região.
"A Aldeia é feita de encontros, de histórias que se entrelaçam, e cada pessoa que passa por aqui leva consigo um pouco da sabedoria indígena e da essência do lugar", destacou Juliano Basso, coordenador da Aldeia Multiétnica.
A Aldeia Multiétnica prepara-se para o próximo evento, em julho. Por nove dias, além dos Fulni-ô (PE); os Kayapó Mebêngôkré (PA), Kariri Xocó (AL/DF), Xavante (MT), Alto Xingu (MT), Krahô (TO) e os Guarani Mbyá (SP/SC) participarão da vivência.
Queremos que todos vivenciem a essência dos nossos povos, é um espaço para aprender e celebrar juntos. A troca de saberes é fundamental para a construção de um futuro mais harmônico, acrescenta Basso.
Mais informações estão disponíveis na página do projeto.
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