
Segundo a Federação Paulista de Atletismo (FPA), promotora do evento, "foi detectado um erro técnico da equipe de arbitragem durante a prova". Conforme a entidade, em nota à Agência Brasil, o equívoco - que não foi detalhado - impediu a homologação do feito.
O tempo de Erik foi nove centésimos mais veloz que o recorde sul-americano atual (9s93), que é dele, atingido em julho do ano passado, no Troféu Brasil de Atletismo, em São Paulo. Caso tivesse sido homologada, a marca seria a melhor do mundo nesta temporada.
O resultado deste sábado deixaria Erik na quarta colocação dos 100 m na Olimpíada de Paris (França), em 2024, e a um centésimo da medalha de bronze. Na final do último Campeonato Mundial, realizado em Tóquio (Japão), em 2025, o tempo renderia a prata ao brasileiro.
Erik foi o primeiro velocista do Brasil a correr 100 m abaixo dos 10 segundos. Em julho de 2023, ele concluiu a prova válida pelo Campeonato Sul-Americano de Atletismo em 9s97, quebrando o recorde do carioca Robson Caetano, que durou 35 anos.
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