
Com a iniciativa, o governo busca criar diretrizes para acelerar o desenvolvimento de medicamentos, tratamentos e equipamentos inovadores essenciais para a população e para o alcance da soberania nacional em saúde.
Segundo o ministro da Saúde, Alexandre Padilha, cada vez mais os hospitais brasileiros, do Sistema Único de Saúde (SUS) e das universidades, vão receber os principais estudos de novos medicamentos, vacinas e diagnósticos.
A gente vai descobrindo os medicamentos mais adequados para as características da população brasileira. Faz parte do esforço de aumentar a produção local, disse Padilha, durante a abertura da feira SUS Inova Brasil, no Rio de Janeiro, que reúne instituições públicas e privadas da saúde.
Ainda na capital carioca, o ministro vai ao Instituto Nacional de Câncer (Inca) para dar mais um passo na construção do novo instituto.
O novo campus do Inca vai juntar 18 prédios que são fragmentados num grande hospital, com R$ 2,5 bilhões previstos, uma parceria com o BNDES [Banco Nacional do Desenvolvimento Econômico e Social], afirmou Padilha.
Em sua terceira agenda, o ministro anuncia o carretaço do Programa Agora Tem Especialistas, que levou unidades móveis para novas localidades em todo o Brasil. Uma delas é o bairro Realengo, na zona oeste, que recebe uma carreta de saúde da mulher voltada ao diagnóstico precoce de câncer de mama e do colo do útero.
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