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    postado em 17/04/2026 18:48

    A Agência Tasnim, ligada ao Corpo de Guardas da Revolução Islâmica (CGRI) , informou que se o bloqueio naval dos Estados Unidos (EUA) continuar, o Estreito de Ormuz voltará a ser fechado, prejudicando a comercialização de 20% da produção de petróleo no mundo.

    Para os iranianos, a permanência dos navios estadunidenses na região é violação do acordo de cessar-fogo. As embarcações bélicas dos EUA podem prejudicar exportações e importações do Irã.

    Navios norte-americanos estão posicionados no Oceano Índico a uma distância do Estreito de Ormuz de onde podem interceptar eventuais ataques do Irã.

    Em postagem em rede social, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou que o bloqueio naval contra o Irã permanecerá em pleno vigor até que nossas negociações sejam 100% concluídas.

    Além do fim do bloqueio naval, a liberação do Estreito de Ormuz está condicionada 

    • À proibição de passagem de navios militares e de navios de carga de países considerados hostis
    • Ao trânsito exclusivo das embarcações na rota designada pelo Irã
    • À coordenação do CGRI

    O cessar-fogo dos ataques de Israel ao Líbano, determinado por Donald Trump após exigência do Irã, também foi condição fundamental para a reabertura do Estreito de Ormuz.

    Após o fracasso das negociações de paz no Paquistão no último fim de semana, os EUA anunciaram bloqueio naval contra os portos iranianos.

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    A eficiência desse bloqueio às exportações e importações iranianas é contestada. Três petroleiros iranianos, transportando 5 milhões de barris de petróleo bruto, deixaram o Golfo Pérsico pelo Estreito de Ormuz em meio ao bloqueio dos EUA, informou a empresa de rastreamento de navios Kpler à agencia francesa AFP.

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