
A investigação começou a partir de comunicação feita por entidade de proteção a direitos humanos na rede, indicando a existência de canal em aplicativo de mensagens que difundia conteúdo de caráter racista, com publicações que associavam inferioridade intelectual e física a pessoas negras, além de disseminar material pseudocientífico e mensagens ofensivas.
As diligências permitiram identificar o possível responsável pela administração do canal, bem como o vínculo com dispositivos e conexões utilizados para a prática das condutas investigadas, informou a PF.
Nesta manhã, os policiais federais cumprem mandado de busca e apreensão na cidade paraibana de Paulista. A decisão judicial foi expedida pela Justiça Federal, que determinou também a quebra de sigilo telemático do investigado.
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