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    postado em 28/05/2026 16:48

    Inovação tecnológica, TV 3.0 e mais espaços para difusão do conteúdo nacional foram os principais temas das discussões, nesta quinta-feira (28), no espaço do Ministério da Cultura, durante a programação do Rio2C. O encontro, que reúne anualmente profissionais da indústria criativa no Rio de Janeiro, ocorre até domingo (31), na Cidade das Artes.
     
    Ao debater os desafios do audiovisual diante das transformações tecnológicas e do fortalecimento das políticas públicas, a diretora-presidenta da Empresa Brasil de Comunicação (EBC), Antônia Pellegrino, destacou que é preciso fortalecer a circulação da produção independente e ampliar o acesso da população em múltiplas plataformas.

    Rio de Janeiro (RJ), 28/05/2026  A diretora-presidente da Empresa Brasil de Comunicação (EBC), Antonia Pellegrino fala durante painel Audiovisual em Toda Parte: experiências de promoção, formação de público e direito de acesso à produção brasileira, palco MinC Conecta, no Rio 2C, na Cidade das Artes, na zona oeste do Rio de Janeiro. Foto: Tomaz Silva/Agência Brasil Antonia Pellegrino destacou a relevância da TV 3.0 para a comunicação pública. Tomaz Silva/Agência Brasil

    Antonia ressaltou também a relevância da TV 3.0 para o fortalecimento da comunicação pública. 

    A iniciativa é conjunta da EBC, do Ministério das Comunicações, e da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel).

    A TV 3.0 representa uma oportunidade de inovação tecnológica associada à democratização do acesso ao conteúdo nacional. A comunicação pública tem papel estratégico nesse processo, garantindo espaço para a diversidade cultural brasileira e para conteúdos produzidos em diferentes regiões do país.

    Coordenador do programa Cinemas, Paulo Feitosa abordou a importância de ampliar os espaços de exibição para o cinema brasileiro e aproximar o público das produções nacionais. O programa Cinemas tem como foco a formação de público, circulação de obras e incentivo à exibição. O cinema brasileiro vive um momento importante de criatividade e reconhecimento. Precisamos aproveitar esse cenário para fortalecer os canais de difusão.

    Rio de Janeiro (RJ), 28/05/2026  A diretora de preservação e difusão audiovisual do Ministério da Cultura, Daniela Fernandes fala durante painel Audiovisual em Toda Parte: experiências de promoção, formação de público e direito de acesso à produção brasileira, palco MinC Conecta, no Rio 2C, na Cidade das Artes, na zona oeste do Rio de Janeiro. Foto: Tomaz Silva/Agência Brasil Daniela Fernandes detalhou o programa Tela Brasil. Tomaz Silva/Agência Brasil

    A diretora de Preservação e Difusão Audiovisual do Minc, Daniela Fernandes, detalhou o programa Tela Brasil, previsto para ser apresentado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva no sábado (31), durante o Rio2C.

    O Tela Brasil é uma iniciativa estratégica para ampliar o acesso ao audiovisual brasileiro, fortalecer a produção nacional e estimular a formação de público. É uma política que dialoga diretamente com inovação, inclusão e valorização da cultura brasileira.

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    Ao abordar a internacionalização do cinema brasileiro, a secretária do Audiovisual do Minc, Joelma Gonzaga, defendeu a construção de estratégias permanentes de circulação do conteúdo no exterior.

    Existe uma política pública sendo reconstruída, existe investimento, diálogo com o setor e uma estratégia para garantir que o Brasil volte a ocupar um lugar de protagonismo no cenário audiovisual mundial.

    Segundo ela, a internacionalização do setor não deve beneficiar apenas grandes produtoras, mas ampliar oportunidades para produções independentes e regionais.

    Quando falamos de internacionalização, estamos falando de gerar oportunidades para produtores de todo o país, ampliar coproduções, abrir mercados e fazer com que a diversidade cultural brasileira esteja presente nas telas do mundo inteiro.

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