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    postado em 10/06/2026 09:11

    O governo paulista anunciou a destinação de R$ 90 milhões para o setor cultural, por meio de editais que serão publicados nesta quarta-feira (10). O valor será destinado às áreas de audiovisual, games, arquitetura, economia criativa, além de festivais e eventos em municípios com menos de 50 mil habitantes.

    São Paulo (SP), 05/01/2024 - A secretária estadual da Cultura, Economia e Indústrias Criativas de São Paulo, Marilia Marton, participa da abertura da mostra Chaves: A Exposição, que comemora os 40 anos de estreia do seriado no Brasil, no MIS Experience. Foto: Rovena Rosa/Agência Brasil Secretária de Cultura de SP, Marilia Marton - Rovena Rosa/Agência Brasil

    Este ano, aproveitamos o SP Audiovisual Hub para anunciar que estamos tirando do papel uma demanda histórica do audiovisual, que é o apoio direto às salas de cinema e de rua. Isso, somado aos já consolidados editais de fomento do Programa de Ação Cultural (ProAC), programa que celebra duas décadas em 2026, afirmou Marilia Marton, secretária da Cultura, Economia e Indústria Criativas, durante o evento de apoio ao audiovisual promovido pela própria secretaria.  

    O setor do audiovisual terá quatro editais de apoio distintos:

    • Produção de longa-metragem (produção/coprodução);
    • Produção de telefilme ou longa-metragem de baixo orçamento;
    • Salas de cinema (módulos cinemas de rua e cinemas de rua e itinerante);
    • Adaptação de obra literária para roteiro cinematográfico.

    As linhas de apoio também incluirão a área de games, com edital para desenvolvimento ou finalização e publicação de jogos eletrônicos, dividido em dois módulos específicos. 

    Para a área de arquitetura haverá o edital de elaboração de projeto de arquitetura para ocupação de bens tombados. 

    A área de economia criativa terá o edital voltado para design de moda e de produtos, composto por dois módulos. 

    Festivais e eventos

    Está também previsto para hoje o lançamento do edital de mostras, festivais e eventos, além do destinado à realização de projetos culturais em municípios de até 50 mil habitantes. 

    Esses dois chamamentos visam a complementar políticas de impacto mais restrito em cidades onde a estrutura municipal não tem condições de suprir as demandas dos artistas e da população.

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