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    postado em 29/06/2026 17:38

    O vereador Senival Moura, preso em São Paulo na última quinta-feira (25), pediu afastamento do PT, informou em nota o diretório do partido. O político é investigado por participar de um suposto esquema de lavagem de dinheiro do Primeiro Comando da Capital (PCC).

    Informamos que o vereador Senival Moura encaminhou, neste sábado (27), à direção do Diretório Municipal do PT São Paulo, o pedido de afastamento de sua filiação ao Partido dos Trabalhadores, com a justificativa de se dedicar à sua defesa e de não vincular os últimos acontecimentos ao partido.

    A defesa do vereador informou ter recebido com profunda indignação a notícia da prisão, durante operação da Polícia Civil e do Ministério Público para investigar a infiltração do PCC em empresa de ônibus que atua na capital paulista.

    O vereador Senival Pereira de Moura recebeu com profunda indignação a notícia da decretação de sua prisão temporária no âmbito de investigação em curso, diz a nota.

    O parlamentar permanece preso. A nota acrescenta afirma que o vereador confia na Justiça e tem absoluta convicção de que, ao longo da investigação, ficará demonstrada a inexistência de qualquer conduta ilícita de sua parte.

    Senival foi preso sob suspeita de integrar esquema de lavagem de dinheiro para o PCC usando uma empresa de ônibus a Transunião que presta serviço à cidade de São Paulo.

    O PT, por meio de nota, também se manifestou sobre a prisão de Senival e informou que tomou conhecimento dos fatos e acompanhará o desenrolar das investigações.

    O partido encaminhará o caso à sua Comissão de Ética, cujo procedimento poderá resultar nas medidas disciplinares cabíveis, inclusive no afastamento cautelar e na eventual expulsão do filiado, assegurados o amplo direito de defesa, o contraditório e o devido processo legal.

    A nota do PT informa ainda que o Diretório Municipal do partido de São Paulo não compactua com qualquer prática ilícita e reafirma que todos os fatos devem ser rigorosamente apurados pelas autoridades competentes, com respeito à lei e às garantias constitucionais.

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