Festival Latinidades 2026, que celebra o Dia Internacional da Mulher Atro-latino-americana e Caribenha neste sábado (25), tem agenda pela primeira vez em Nova York, nos Estados Unidos."> Festival Latinidades 2026, que celebra o Dia Internacional da Mulher Atro-latino-americana e Caribenha neste sábado (25), tem agenda pela primeira vez em Nova York, nos Estados Unidos."> Festival Latinidades 2026, que celebra o Dia Internacional da Mulher Atro-latino-americana e Caribenha neste sábado (25), tem agenda pela primeira vez em Nova York, nos Estados Unidos.">
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    postado em 25/07/2026 14:35

    O Ministério das Relações Exteriores brasileiro confirmou neste sábado (25) a negativa do governo de autorizar vistos a dois funcionários norte-americanos: o subsecretário do Departamento de Estado para a Democracia, Direitos Humanos e Trabalho, Riley Barnes, e o subsecretário adjunto Samuel Samson.

    Os vistos foram negados ontem (24).

    O governo brasileiro tomou conhecimento do interesse do Departamento de Estado norte-americano de enviar dois funcionários para o Brasil. Eles queriam conversar com autoridades eleitorais para discutir liberdade de expressão relacionada às eleições de outubro. 

    Chamou a atenção das autoridades brasileiras que o pedido de visto veio na sequência de evento em que políticos brasileiros se reuniram com diplomatas para levantar suspeitas sobre as urnas eletrônicas. O governo considerou como instrumentalização política a visita nesse contexto eleitoral e decidiu negar os vistos. 

    O questionamento às urnas eletrônicas voltou a ganhar destaque após o pré-candidato à presidência da República, Flávio Bolsonaro (PL), divulgar informação falsa sobre as urnas brasileiras.

    Ele afirmou nessa segunda-feira (21), durante o evento com diplomatas em Brasília, que os equipamentos brasileiros seriam da empresa venezuelana Smartmatic - sem apresentar provas.

    O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) negou, nesta quarta-feira (22), a informação de que a empresa venezuelana Smartmatic forneceu urnas eletrônicas ou softwares utilizados nos equipamentos eleitorais do Brasil. Segundo o tribunal, as urnas brasileiras foram projetadas por servidores e técnicos a serviço da Justiça Eleitoral. Além disso, elas são produzidas sob direta coordenação dos servidores do TSE por empresas selecionadas por licitações públicas com ampla concorrência, o que garante ainda mais segurança e transparência ao processo eleitoral.

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