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    postado em 30/07/2026 13:34

    A arrecadação das receitas federais alcançou R$ 264,4 bilhões em junho deste ano, com crescimento real de 7,7% em relação ao mesmo mês de 2025, já descontada a inflação. No acumulado do primeiro semestre, as receitas somaram cerca de R$ 1,587 trilhão, avanço real de 6,6% na comparação com os seis primeiros meses do ano passado.

    Segundo a Receita Federal, do total arrecadado em junho, R$ 255,3 bilhões correspondem às receitas administradas pela Receita Federal.

    Entre os fatores que contribuíram para o resultado estão o comportamento favorável dos principais indicadores econômicos que afetam a arrecadação, como a atividade econômica, a massa salarial e as importações.

    Principais números

    Arrecadação em junho: R$ 264,4 bilhões;

    Crescimento real sobre junho de 2025: 7,7%;

    Arrecadação acumulada de janeiro a junho: cerca de R$ 1,587 trilhão;

    Crescimento real no semestre: 6,6%;

    Receitas administradas pela Receita Federal em junho: R$ 255,3 bilhões.

    IRPJ, CSLL e Previdência

    Entre os tributos que mais contribuíram para o aumento da arrecadação estão o Imposto de Renda da Pessoa Jurídica (IRPJ) e a Contribuição Social sobre o Lucro Líquido (CSLL).

    A arrecadação conjunta desses tributos somou R$ 33,2 bilhões em junho, com alta real de 20,4% em relação ao mesmo mês do ano passado.

    A arrecadação previdenciária atingiu R$ 64,48 bilhões em junho, com crescimento real de 4,7% na comparação com o mesmo período de 2025.

    De acordo com a Receita, o resultado foi favorecido pelo aumento real da massa salarial e pela redução da desoneração da folha de pagamento, com os efeitos da reoneração gradual das contribuições patronais.

    Importações, aplicações financeiras e receitas atípicas

    Também contribuíram para o resultado os tributos relacionados ao comércio exterior e aos rendimentos financeiros.

    A arrecadação vinculada às importações aumentou 22,87% em relação a junho do ano passado, impulsionada pelo crescimento das importações.

    Já o Imposto de Renda Retido na Fonte (IRRF) incidente sobre rendimentos de capital registrou alta real de 12,4%, refletindo o desempenho das aplicações financeiras.

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