
A decisão foi tomada em assembleia, quando foi aceita a proposta, mediada pelo Tribunal Regional do Trabalho (TRT), do governo estadual que contemplou a principal reivindicação da categoria, a garantia de trabalho para os mais de 4.600 trabalhadores diretos que atuavam nas quatro linhas, concedidas ao setor privado em julho.
Trânsito na cidade no segundo dia da greve dos trabalhadores da CPTM - Foto: Paulo Pinto/Agencia Brasil
O governo de São Paulo formalizou nesta quarta-feira (5) o projeto de lei específico para esses trabalhadores, garantindo a realocação para os 1.300 funcionários que ainda não haviam sido direcionados a novos postos de trabalho.
Apesar da suspensão do movimento paredista, a categoria permanecerá em estado de greve, acompanhando atentamente o cumprimento dos compromissos assumidos e a evolução das negociações, informou o sindicato, em nota.
Com o fim da greve, os trabalhadores retomam as atividades ainda esta quarta-feira.
Pela manhã, a mobilização havia interrompido a circulação dos trens na linha 13 por algumas horas e afetou as demais linhas 11, 12 e Expresso.
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