
Realizados há 20 anos, os testes de integridade servem para conferir a segurança do processo eleitoral. O objetivo é conferir se os votos digitados nos equipamentos equivalem aos votos registrados em células de papel pré-preenchidas por voluntários e lançados na urna eletrônica. O processo é mostrado para a câmera e, ao final do período de votação, às 17h00, é feita uma conferência entre o total de votos em papel e o total que a urna eletrônica indica.
É uma demonstração de que o resultado que as urnas emitem ao final do período de votação corresponde aos votos que efetivamente foram lançados. Até hoje, em mais de 20 anos, o resultado sempre bateu em todo o Brasil, explicou o juiz eleitoral Francisco Shintate, da comissão de teste de integridade de urnas.
Como o teste ocorre fora do sistema eleitoral, permite que seja auditada uma quantidade maior de urnas em ambiente que monitora os detalhes do procedimento.
Este ano o teste é feito em 3o urnas no Centro Cultural São Paulo, na Rua Vergueiro, 1000, no Paraíso, zona sul da capital, e em três urnas na seção da Universidade Paulista (Unip) Vergueiro, alguns metros distante.
A unidade especial, no Centro Cultural, pode ser visitada durante o dia, até o encerramento das eleições. O espaço é essencialmente para demonstrar a lisura do processo, complementou Shintate.
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