
Informações repassadas pela Corregedoria Geral do Tribunal de Justiça do Rio levaram a PF a identificar que o magistrado favorecia as empresas por meio de decisões judiciais.
As empresas, por outro lado, ofereciam vantagens indevidas para familiares do juiz, como imóveis, descontos comerciais excepcionais, pagamentos indiretos feitos a pessoas físicas e jurídicas ligadas aos investigados.
Os atos de corrupção ocorreram quando o magistrado exercia funções na 1ª instância do Tribunal, mas os atos de lavagem de dinheiro continuaram depois, o que facilitou a investigação. Estão sendo apurados os crimes de organização criminosa, lavagem de dinheiro e corrupção.
Os mandados foram expedidos pelo Superior Tribunal de Justiça (STJ).
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