
Para as manifestações organizadas por estruturas como os sindicatos vão ser definidos trajetos alternativos. O objetivo, segundo o governo, é proteger os estabelecimentos comerciais.
Em breve declaração, à qual dedicou pouco de mais de três minutos, o chefe de Estado francês apontou o dedo a grupos de extrema-esquerda sediciosos (indivíduos que incitam atos de rebelião), que as autoridades acreditam estar na base dos desacatos e pilhagens ocorridos no último sábado (17) em diferentes cidades do país.
(Em atualização)
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