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    postado em 06/01/2026 07:25

    O telespectador brasileiro mudou, e as emissoras de TV aberta parecem ter entendido o recado: ninguém mais tem paciência para personagens coadjuvantes que apenas “comem e dormem” em rede nacional. Para combater o fenômeno das plantas, participantes que evitam o conflito e se escondem sob o radar, Globo e Record implementaram mudanças drásticas em seus principais formatos.

    A estratégia da Record foi atacar o conforto dos peões através da imprevisibilidade. Para quebrar as alianças de conveniência, a emissora introduziu as Roças Surpresas em A Fazenda. Ao anunciar eliminações em dias inesperados ou dinâmicas de “voto duplo” sem aviso prévio, a produção força os jogadores a se posicionarem instantaneamente.

    No Big Brother Brasil, a Globo decidiu atacar o problema com tecnologia e psicologia de jogo. A criação do Laboratório foi pensada para substituir o marasmo pela paranoia produtiva. Lá, ficarão os participantes reservas, que podem entrar a qualquer momento no jogo, substituindo uma planta.

    As mudanças mais visíveis já devem ser notadas na estreia da nova temporada do BBB, que acontece na próxima segunda-feira, 12 de Janeiro, sob o comando de Tadeu Schmidt.

    Você está lendo um conteúdo originalmente publicado no Observatório da TV. Confira mais em: https://observatoriodatv.com.br

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